sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Golfinho raro morto pelos turistas ansiosos por uma selfie

Um golfinho de uma espécie em vias de extinção morreu por os turistas terem insistido em tirar fotografias com ele, mantendo-o demasiado tempo fora de água. Tudo aconteceu na Argentina.

Uma golfinho bebé foi morta a semana passada numa praia argentina, depois de uma multidão de banhistas ter passado o animal de mão em mão para tirar fotografias. A golfinho franciscano (a espécie) terá sido tirada da água para esse propósito e não suportou o calor do sol e a falta de água, explica o The Dodo
Foi isto que explicou um ambientalista da Fundação Vida Silvestre: como os golfinhos têm uma pele muito espessa e revestida por uma grande camada de gordura que os aquece, eles não conseguem permanecer muito tempo fora de água. “Se ficarem muito tempo longe da água entram rapidamente em desidratação que os conduz à morte”, pode ler-se no site da organização.
Estavam mais golfinhos envolvidos nesta situação, mas apenas há confirmação da morte de um deles. O golfinho franciscano (o nome vem do facto de ter a pele acastanhada, lembrando o fato dos monges) é um dos mais pequenos do mundo: não costuma ultrapassar 1,70 m de comprimento e é exclusivo das zonas da Argentina, Uruguai e Brasil. A União Internacional para a Conservação da Natureza anunciou que só existem 30 mil golfinhos deste tipo, estando portanto em vias de extinção.



domingo, 14 de fevereiro de 2016

Baía do Seixal atrai cada vez mais nautas


A Baía do Seixal é cada vez mais uma porta de entrada no município e, em 2015, recebeu 521 embarcações de recreio e mais de 3500 tripulantes.
A Estação Náutica Baía do Seixal está a atrair cada vez mais visitantes que recorrem ao conjunto de serviços oferecidos, como as excelentes condições de acostagem e de fundeadouro.
Em 2014, foram registadas 349 embarcações e 3017 tripulantes e, em 2015, o número de utilizações cresceu para as 521 embarcações e 3500 tripulantes.
Na maioria, as embarcações que navegam nas águas da Baía do Seixal são portuguesas, mas também há visitantes oriundos da Bélgica, Dinamarca, Irlanda, Reino Unido, Alemanha e Holanda.
Para 2016, está já prevista a construção do Núcleo de Náutica de Amora, um dos principais investimentos do município neste ano, que assim reforça a aposta na náutica de recreio. 


Fonte: C.M. do Seixal

Dia de S. Valentim: Banhos no frio Mar do Norte [ Com vídeo ]

larger_t
Apesar do vento e dos três graus centígrados, uma multidão mascarada mergulhou no mar do norte por ocasião do fim de semana de São Valentim.
O evento na cidade belga de Koksijde serviu também para angariar fundos destinados a comprar um apartamento com vista para o mar para crianças com cancro.
Veja o vídeo:

Fonte: Euronews

PONG-Pesca satisfeita com informações do Governo


PONG-Pesca (Plataforma de Organizações Não Governamentais Portuguesas sobre a Pesca) manifestou ontem, 11 de Fevereiro, o seu agrado “pela definição da quota de sardinha ibérica para 2016 respeitar o Princípio da Precaução estabelecido pelo Conselho Internacional para a Exploração dos Mares”.
A mesma plataforma, contudo, exige “que todo o processo seja claramente comunicado, não só aos intervenientes directos, como ao público em geral” e considera que “a quota agora definida – 14.000 toneladas – só deve ser aumentada se os dados científicos recolhidos durante 2016 comprovarem que este aumento não coloca em causa a sustentabilidade do stock da sardinha ibérica”.
Recorde-se que no dia 5 de Fevereiro representantes da PONG-Pesca estiveram numa reunião de trabalho na Secretaria de Estado das Pescas, durante a qual o tema da sardinha ibérica ocupou grande parte do tempo. Depois de conhecerem as medidas divulgadas pelo Governo na reunião, a PONG-Pesca congratulou-se com as mesmas.
A plataforma também recebeu com satisfação as indicações sobre a “tendência verificada para uma melhoria do estado do recurso”, mas considera importante recordar que a tendência deverá ser confirmada “pela informação recolhida nas campanhas científicas de 2016”. Qualquer alteração da quota deverá depender de prévia aprovação pelo Conselho Internacional para a Exploração dos Mares (CIEM), considera a PONG-Pesca.
Reconhecendo o desejo de que a sardinha recupere, Gonçalo Carvalho, coordenador da plataforma, nota que não devem esquecer-se os níveis ainda reduzidos dos stocks, pelo que as recomendações científicas devem ser seguidas com rigor. Finalmente, o mesmo responsável manifesta apreço pelo trabalho do IPMA, que considera merecedor de todas as condições para levar a cabo a sua tarefa.

sábado, 13 de fevereiro de 2016

“O dinheiro está a ser transferido dos Portos para as Finanças”


O presidente do Conselho Português de Carregadores defende que o modelo de concessões deve ser mudado para o de licenças.
Os lucros e os impostos arrecadados pelas administrações portuárias não estão a ser reinvestidos na economia e no fomento do sector portuário e das actividades exportadoras, sendo transferidos directamente para os cofres do Ministério das Finanças. Esta é constatação de Pedro Viegas Galvão, presidente do Conselho Português de Carregadores, que reúne algumas das maiores empresas exportadoras nacionais.
Segundo as contas de Pedro Galvão, entre 2010 e 2014, por exemplo, a administração do porto de Leixões (APDL), registou lucros de 67,4 milhões de euros. A estes lucros, há que juntar os lucros dos concessionários que operam no porto nortenho, os quais superaram os 71 milhões de euros no período em análise.

No conjunto, está-se a falar de 138,5 milhões de euros, sobre os quais o Ministério das Finanças cobrou 21,7 milhões de euros de IRC aos concessionários e 16,7 milhões de euros de IRC à própria APDL: um total de 38,4 milhões de euros. Além disso, o Estado, ainda através do Ministério das Finanças, recolheu ainda mais 22,8 milhões de euros em dividendos retirados à própria APDL entre 2010 e 2014. Ou seja, dos 138,5 milhões de euros de lucros conseguidos pela APDL e pelos respectivos concessionários entre 210 e 2014, o Ministério das Finanças ‘capturou’ 61 milhões de euros em cobrança de IRC e dividendos.

“O que nós defendemos é que haja um ‘pass through’ [transferência] para a economia, em vez de ser como agora, em que se está a tirar dinheiro dos portos para o Ministério das Finanças. A única forma de alterar o actual estado de coisas é as pessoas sentarem-se para negociar e tentar encontrar uma plataforma de entendimento. Se nas PPP rodoviárias se conseguiu, não vejo como é que nos portos não se consegue”, defendeu Pedro Viegas Galvão, em declarações ao Diário Económico.

De acordo com o presidente do CPC, “em vez de os portos poderem ser o motor da economia, cobram taxas que depois transferem para o Ministério das Finanças”. “É preciso incentivar a economia, e não desincentivar. O trabalho que se tem de fazer para ganhar eficiência nos portos, está longe de estar concluído. É um processo contínuo. É preciso alterar o regime de concessões e reduzir os tarifários, o que era defendido pela ‘troika’”, alerta Pedro Galvão. 

“Não estamos a atacar as administrações portuárias. Reconhecemos que houve melhorias significativas nos últimos anos com o regime das concessões portuárias, mas a vida evolui. Tem de haver um ajustamento às novas regras”, garante este responsável ao Diário Económico. 

Para Pedro Galvão, “a situação financeira de todos os portos nacionais é muito saudável”. O presidente do CPC explica que “este regime de concessões foi lançado há cerca de 20 anos com o objectivo de maximizar as receitas das administrações portuárias porque era necessário que os próprios portos limpassem os seus passivos; e isso não só foi conseguido, como também permitiu a rentabilidade dos concessionários, mas, nós, empresas exportadoras, estamos neste momento a lutar com muitas dificuldades para penetrar em mercados externos, em ganhar quotas”.

Para Pedro Galvão, “esta transferência de dinheiro dos lucros dos portos, da economia, para o Ministério das Finanças, é mais uma taxa à exportação do que uma receita para maximizar o volume de cargas”. O presidente do CPC é contra o monopólio no sector; defende que deve haver, no mínimo, dois prestadores para cada serviço portuário; é adepto da transferência do regime de concessões para o de licenças, “onde não há barreiras à entrada nem à saída, podendo qualquer operador com licença funcionar”; e aguarda a redução das tarifas portuárias para beneficiar as exportações, a actividade portuária e a economia nacional. 

Fonte: Económico  


Portos são a excepção nas empresas públicas com quatro anos de lucros

Portos nacionais atingiram lucros de 174 milhões de euros entre 2010 e 2014. O porto de Leixões liderou o ‘ranking, com lucros de 67,4 milhões de euros.



As cinco principais administrações portuárias nacionais registaram lucros agregados de 173,7 milhões de euros entre 2010 e 2014, o que perfaz uma média anual de lucros de 34,7 milhões de euros, de acordo com dados compilados pelo Conselho Português de Carregadores (CPC), a que o Diário Económico teve acesso.

Numa altura em que ainda não são conhecidas as contas destas administrações portuárias referentes ao exercício de 2015, estes dados atestam uma excepção no Sector Empresarial do Estado (SEE), uma vez que a grande maioria das empresas públicas apresenta défices crónicos de gestão, acumulando passivos de ano para ano. E confirmam que um dos poucos motores da economia nacional nestes anos de crise tem sido proporcionado pelas exportações, com reflexos evidentes nas cargas movimentadas pelos portos e, por conseguinte, nos dados económico-financeiros das administrações portuárias.

De entre as cinco maiores administrações portuárias nacionais – Leixões, Sines, Setúbal, Lisboa e Aveiro –, o grande destaque vai para o porto nortenho, que registou lucros de 67,4 milhões de euros no período em análise. A seguir, posicionou-se o porto de Sines, com lucros de 45,3 milhões de euros entre 2010 e 2014. 

Já o porto de Setúbal surge em terceiro lugar neste ‘ranking’, com 29,1 milhões de euros de lucros, significativamente acima do conseguido no mesmo período pelo porto de Lisboa: 21,9 milhões de euros de lucros. Este é mais um sinal dos problemas crescentes que o porto da capital tem atravessado nos últimos anos, em particular derivado de constantes greves dos estivadores, que têm afastado alguns dos maiores armadores mundiais para outros portos nacionais (como Setúbal) e ou mesmo estrangeiros, com destaque para os espanhóis. 

Neste momento, está a decorrer há mais de um mês um processo negocial entre os operadores e os estivadores do porto de Lisboa, sob a iniciativa de Ana Paula Vitorino, ministra do Mar, com o objectivo de solucionar de forma definitiva este diferendo laboral não sendo publicamente conhecidas as evoluções dessas conversações. 

Como é natural, por questões de dimensão, no último lugar deste ‘ranking’ dos lucros das principais administrações portuárias nacionais, posicionou-se o porto de Aveiro, com lucros de cerca de dez milhões de euros entre 2010 e 2014.

Apesar da saúde financeira das administrações portuárias que estes números evidenciam, diversos operadores do sector têm manifestado publicamente críticas à situação, como foi o caso de Pedro Viegas Galvão, presidente do CPC. Numa conferência sobre “Concorrência no Sector Portuário”, realizada no passado dia 26 de Janeiro, em Lisboa, este responsável defendeu que o actual regime de concessões portuárias tem de ser alterado e substituído preferencialmente pelo regime de licenças.

No seu entender, no passado, com o regime das concessões portuárias, pretendia-se a maximização das receitas das administrações portuárias, privilegiando o encaixe inicial e apostando na cobrança de rendas variáveis e fixas, mas de futuro Pedro Viegas Galvão recomenda “a maximização da competitividade da economia, maximizar volume, diluir custos fixos e ganhar massa crítica”.


Fonte: Económico. 


É um iate? É uma ilha? E que tal as duas coisas juntas?

Nunca tal tinha sido pensado. Mas a primeira ilha flutuante está ao dispor dos muito ricos. Uma espécie de mega-iate e ilha exótica...


Uma empresa austríaca especializada em iates submersíveis apresentou uma plataforma flutuante que se desloca, podendo funcionar como barco.
Na prática, a "Kokomo ailand" é uma ilha, com a diferença que não tem de estar sempre no mesmo sítio - a promoção fala num mega-iate combinado com uma ilha exótica.
Na "ilha", há um apartamento de luxo, 80 metros acima do nível do mar, com elevadores e jacuzzi.
No deck principal há uma piscina, queda de água, palmeiras e jardins verticais.
Fonte: TSF

Microsoft testa instalação de data centers no fundo do oceano


A Microsoft está investindo no Project Natick, que visa a possibilidade de instalar os seus centros de armazenamento e gestão de dados centenas de metros abaixo do nível do mar. A notícia foi dada pelo jornal norte-americano New York Times.
Os testes vem sendo feitos no Oceano Pacífico, próximo à Califórnia. O protótipo é uma cápsula de aço com mais de 100 sensores (que mediam pressão, humidade, temperatura e movimento, por exemplo) que era controlado pelo escritório da Microsoft.
A empresa pretende continuar os seus testes fazendo um novo servidor subaquático cerca de três vezes maior que o último protótipo. Para ele, a Microsoft já pretende trabalhar em parceria com alguma empresa disposta a armazenar os seus dados lá.
Fonte: Imasters

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Exportações nacionais cresceram 33% nos últimos cinco anos


No ano passado, o valor dos bens vendidos por Portugal ao mundo quebrou um novo recorde absoluto: quase 50 mil milhões de euros. Espanha consolidou lugar de primeiro cliente, Angola é a grande decepção e EUA a maior surpresa.
As exportações portuguesas subiram 33% nos últimos cinco anos, tendo as importações crescido 25% no mesmo período, o que permitiu que a taxa de cobertura – que mede a percentagem das importações pode ser "comprada" com o que o país vende ao mundo - melhorasse significativamente, passando de 63,5% para 82,9% entre 2010 e 2015, revelamdados sobre o comércio internacional divulgados nesta quarta-feira, 10 de Fevereiro, pelo Instituto Nacional de Estatística.


Olhando para 2015, constata-se que, pelo sexto ano consecutivo, o valor dos bens vendidos por Portugal ao mundo quebrou um novo recorde absoluto, ao totalizar 49,8 mil milhões de euros, após um crescimento de 3,6% face a 2014. As importações também subiram, 1,9%, para 60,1 mil milhões de euros.

Ao longo do ano passado, Espanha consolidou fortemente a posição tradicional de primeiro parceiro comercial. As exportações subiram 10% para 12,4 mil milhões de euros, o que significa que quase 25% do total do "made in Portugal" vendido ao mundo se destinou ao país vizinho. Também as importações cresceram, 2,8% para 19,7 mil milhões de euros – ou seja, a economia portuguesa adquiriu em Espanha 33% do total de bens e mercadorias que comprou lá fora.


No top 5 dos principais destinos das exportações, não há grandes mexidas em 2015: França é o segundo maior cliente (seis mil milhões de euros), sendo seguida de perto da Alemanha (5,9 mil milhões), do Reino Unido (3,2 mil milhões) e de Angola (3,2 mil milhões de euros). O mercado angolano sobressai, porém, pela negativa, por ser o único destes destinos em queda – e em forte queda: as exportações para Angola caíram 34% face a 2014. Já os Estados Unidos sobressaem pela positiva, após as exportações para o mercado norte-americano terem subido 22% para 2,6 mil milhões de euros.


Do lado das importações, após Espanha, Alemanha é o segundo país a quem Portugal mais compra (7,7 mil milhões de euros, após subida de 6,4%), seguindo-se França (4,4 mil milhões, na sequência de uma igual subida de 6,4%) estando Reino Unido e China agora empatados: a economia portuguesa comprou a ambos 1,8 mil milhões de euros, mais 3,8% e 11%, respectivamente, do que no ano passado.



Portugueses em destaque no Torneio Internacional de Vela de Vilamoura


Manuel Ramos garante lugar no pódio atrás dos irmãos alemães Mohr, na categoria juvenil
Velejadora algarvia Beatriz Gago é a primeira rapariga na classificação final
525 atletas participaram no 42º Torneio Internacional de Vela do Carnaval na Marina de Vilamoura

Os portugueses Manuel Ramos e Beatriz Gago estiveram em grande no 42º Torneio Internacional de Vela do Carnaval, que decorreu em Vilamoura nos dias 6 e 8 de Fevereiro. Com 27 pontos, o velejador, de 13 anos, conquistou o 3.º lugar do pódio, enquanto a velejadora portimonense, também de 13 anos, com 49 pontos, alcançou a 1.ª posição entre as participantes do sexo feminino e o 11.º lugar na classificação geral.
A prova Optimist contou com um total de 186 crianças e jovens de 12 nacionalidades, das quais 120 portuguesas. Outros 170 velejadores e surfistas – nas classes Laser 4.7 (39 participantes), Laser Radial (28), 420 (94), Snipe (44), Dart 18 (14) e Surf (120); que disputam a PAN-Prova de Apuramento Nacional e, no âmbito do surf, participantes na 1ª Etapa do Circuito de Surf Algarve 2016 – marcaram presença na Marina de Vilamoura durante estes dias de competição no Algarve, que se reflectiram no turismo da região. O resort atraiu cerca de mil visitantes neste período do Carnaval, foram servidas mais de 2500 refeições e ocupados mais de 1000 quartos de hotel e apartamentos.
Aprendi muito nesta regata e estou muito satisfeito por ter alcançado o 3.º lugar numa prova que era difícil. Espero apurar-me para o Campeonato do Mundo”, confessa Manuel Ramos. Já Beatriz realça a concorrência que teve nesta prova, “com campeões de toda a Europa”, e enaltece Vilamoura, que “tem um mar com óptimas condições e boas ondas, raramente falha.”
De acordo com Paul Taylor, Presidente de Vilamoura World, “Vilamoura pretende tornar-se um dos principais destinos do mundo para a prática de desporto. As condições meteorológicas e as instalações contribuem para que Vilamoura seja o destino ideal para muitas modalidades, como é o exemplo da vela. Em 2016, vamos organizar série de eventos deste desporto e, em Junho, vamos receber com grande orgulho o Campeonato Mundial de Optimist”.
O próximo evento de vela irá decorrer nos próximos dias 20 e 21 de Fevereiro e a próxima regata teste está agendada para os dias 15 a 19 de Abril, em Vilamoura. Já o Campeonato do Mundo de Optimist irá decorrer entre os dias 25 de Junho e 4 de Julho na Marina de Vilamoura.
Vilamoura World, Inframoura, a Câmara Municipal de Loulé e a Junta de Freguesia de Quarteira voltam a ser, tal como nesta prova, os parceiros do evento.
Classificação:
Prova Juvenil
1.º Roko Mohr (GER)
2.º Mic Mohr (GER)
3.º Manuel Ramos (POR)
4.º Arthur de Jonghe (HUN)
5.º Mewes Wieduwild (GER)
Prova Infantil
1.º Tiago Lima (POR)
2.º Júlia Cardoso (POR)
3.º Marta Alves (POR)
4.º Augusto Castelo Branco (POR)
5.º Duarte Rocha (POR)


O mistério dos pés humanos que dão à costa no Canadá.



Desde 2007 que, num fenómeno aparentemente inexplicável, pés humanos, na maioria pés direitos, são encontrados na região da Colúmbia Britânica

São encontrados na areia, trazidos pelas ondas e ainda dentro dos sapatos - sempre desportivos, sejam ténis ou botas de montanha -, separados do resto do corpo. Já são mais de uma dúzia os pés humanos que dão à costa nas praias da província canadiana da Colúmbia Britânica, sem que as autoridades tenham percebido exactamente de onde vêm ou a quem pertencem na maioria dos casos. O mais recente aconteceu já esta semana, revela o The Washington Post: Charlotte Stevens estava a dar um passeio junto ao mar com a família e o marido avistou um sapato na areia. Dentro do sapato, mais um pé cortado. A polícia está a tentar apurar a identidade da pessoa a quem pertence o membro, passando em revista a lista de desaparecidos na área. Até ao momento, continua sem pistas.
Foi em 2007 que o primeiro pé humano deu à costa na região. Seis dias depois do primeiro, foi encontrado o segundo. No ano seguinte, mais cinco pés humanos, sempre calçados. Na grande maioria, são pés direitos. As teorias sucediam-se: desde a possibilidade de serem restos mortais de vítimas do tsunami de 2004, no Oceano Índico, até à hipótese de se tratarem de vítimas de redes de crime organizado. Conclusões sólidas? Zero.



Vários cientistas chegaram a debruçar-se sobre o assunto e há quem refira que, quando os corpos passam longos períodos na água, as mãos e os pés são os primeiros membros a separar-se do cadáver, pelo que seria natural que fossem os primeiros a dar à costa. A polícia conseguiu, entretanto, ligar dois dos pés encontrados a pessoas com doenças mentais. Outros três pertencerão a indivíduos que morreram de causas naturais. Pessoas que quiseram desaparecer, resumiram as autoridades. Mas o mistério mantém-se: por que razão continuam os pés a dar à costa, com alguma frequência, desde 2007? "Demasiadas coincidências", apontou o especialista forense Mark Mendelson ao Daily Beast, em 2011. Todos os membros vêm calçados, com sapatos desportivos, sem que o resto do corpo apareça. E quase todos são pés direitos.
Há mesmo quem sugira um círculo vicioso: a partir do momento em que os pés deram à costa, terão sido muitos os canadianos que começaram a bater as praias da Colúmbia Britânica, dando largas à sua curiosidade mórbida, e por isso tantos foram encontrados. Mas a verdadeira explicação para o fenómeno continua por descobrir. Enquanto isso, e praticamente na última década, mais pés humanos vão sendo arrastados pelas ondas até às praias da Ilha de Vancouver.

 Fonte: DN

Veja como vai ser o Titanic 2


A réplica do navio que naufragou em 1912 chegará aos mares daqui a dois anos
projecto para o Titanic 2 está em marcha e prevê-se que o navio esteja no mar em 2018. Trata-se de um sonho do milionário australiano Clive Palmer, que já sofreu um adiamento, mas que vai mesmo para a frente.
O navio, uma réplica da embarcação que naufragou em 1912, será igualmente majestoso, mas com todas as condições de segurança. Por isso, apesar de praticamente igual ao outro, terá ligeiras diferenças, como procedimentos modernos de evacuação, controlo por satélite, navegação digital, sistemas de radar e, claro, mais coletes salva-vidas.
O Titanic 2 será ligeiramente mais comprido que o seu antecessor e levará mais 177 passageiros, com uma capacidade total para 2400 pessoas. Além disso, em vez de ir cruzar o Atlântico, irá fazer o percurso entre Jiangsu, na China, e o Dubai.
O preço dos bilhetes ainda não foi anunciado, mas as fotografias fazem crer que a viagem levará os passageiros a outros tempos.
Fonte: DN

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Scianema, o festival de cinema para amantes dos Oceanos

A primeira edição realiza-se este ano, em Faro
Scianema Festival, assim se chama o novo festival de cinema português.
Organizado pela Sciaena - Associação de Ciências Marinhas e Cooperação, este festival tem o objectivo de consciencializar as pessoas para o que se passa nos oceanos.
Temas como pesca, preservação de oceanos ou o cativeiro de animais selvagens vão estar presentes quer na selecção de documentários que irão ser visualizados, quer em debates promovidos pela organização.
O festival não estará circunscrito num só espaço, ao invés irá realizar-se por diversos locais da capital algarvia, como a Universidade do Algarve, o Instituto Português de Desporto e Juventude de Faro e outras escolas da região.O Scianema irá decorrer entre os dias 18 e 22 de Fevereiro e a entrada é livre.

Fonte: DN

Força naval da NATO vai "imediatamente" para o Mar Egeu

O agrupamento naval da NATO que se encontra no Mediterrâneo vai deslocar-se "imediatamente" para o Mar Egeu dando início às missões de vigilância e salvamento de refugiados.


Jens Stoltenberg, secretário-geral da NATO, especificou que o agrupamento naval permanente número dois da Aliança Atlântica vai deslocar-se para o Mar Egeu, a pedido dos governos da Turquia, Grécia e Alemanha.
"Acabamos de concordar que a NATO vai dar apoio na crise dos imigrantes e dos refugiados", disse Stoltenberg durante a conferência de imprensa, no final da reunião dos ministros da Defesa dos países que compõem a organização e que decorreu em Bruxelas.
O secretário-geral da NATO acrescentou que os navios da Aliança Atlântica que se encontram no Mediterrâneo e que estão neste momento sob comando alemão vão operar em coordenação com embarcações militares gregas e turcas assim e com os meios da Frontex, a agência que controla as fronteiras da União Europeia.

Fonte: JN

Queda abrupta dos fretes


As tarifas dos fretes no transporte marítimo entre o Extremo Oriente e a Costa Leste da América do Sul caíram cerca de 90% nos últimos 12 meses, de acordo com a prestadora de serviços marítimos Alphaliner.
Segundo a mesma fonte, que cita o Shanghai Containerized Freight Rates Index, as tarifas entre Shanghai (China) e Santos (Brasil) situavam-se em 900 euros por TEU em Janeiro de 2015 e estavam a 101 euros por TEU no dia 5 de Fevereiro. Nalguns casos poderão ter descido abaixo dos 45 euros por TEU.
A explicação pode estar nas fracas condições do mercado e na redução da procura, induzindo menos capacidade de oferta por parte dos armadores. Como fizeram a Maersk, a MSC e a MOL, que fundiram serviços para racionalizar as operações, à semelhança da PIL, K Line, HMM e Yang Ming no ano passado.
De acordo com a Alphaliner, após a última destas medidas, a capacidade de oferta semanal atingiu as 35 mil TEU, o nível mais baixo desde 2009. Apesar da redução massiva de oferta dos navios, a manutenção de uma baixa procura continuará a tornar a subida do valor dos fretes um desafio para os armadores.
Face a estas alterações, nos quatro serviços que restam entre o Extremo Oriente e a Costa Leste da América do Sul, segundo a Alphaliner, a capacidade média dos navios deverá atingir em breve as 8 mil TEU, uma subida superior a 100% face a 2009.

Pesca ilegal: Estados Unidos seguem União Europeia

Preocupados com o acentuado crescimento da pesca ilegal, os Estados Unidos estão a estudar novas medidas que possam mitigar tal flagelo.


Os Estados Unidos da América estão a estudar um modelo de seguimento e monitorização dos produtos marinhos de forma a tentar mitigar o flagelo da pesca ilegal, seguindo equivalente decisão imposta pela União Europeia nesse domínio em 2010.
Entre as preocupações estão as espécies mais ameaçadas e mais sujeitas à pesca ilegal, como são os caos do bacalhau do Atlântico e do Pacífico, garoupa, tubarão, peixe-espada, salmonete as várias espécies de atum e caranguejo.
Nesse sentido, os Estados Unidos propõem-se recolher informação sobre as capturas das 16 espécies sob maior risco e, através de uma parceria a estabelecer entre a indústria e o Governo Federal, procurar seguir os respectivos processos de comercialização a fim de detectar possíveis ilegalidades.
Ao contrário da União Europeia, não está previsto qualquer exigência de certificados de proveniência mas a NOAA, Agência Federal para o Oceano e a Atmosfera, espera uma ampla colaboração nacional e internacional de combate à pesca ilegal que coloca a própria sustentabilidade dos respectivos stocks em causa.
Agora em estudo, o Sistema a desenvolver é para estar concluído e em pleno funcionamento até ao final de 2016.
Segundo dados da NOAA, cerca de 30% do pescado importado pelos Estados Unidos anualmente, num valor estimado em cerca de 2,1 mil milhões de dólares, deverá ter origem em pesca ilegal.

Aumentam os casos de mercadorias perigosas mal declaradas

O número de casos de mercadorias perigosas incorrectamente declaradas cresceu 65%,em termos homólogos, no ano passado, anunciou a Hapag-Lloyd.


No total, foram 4 314 os envios de cargas perigosas declarados de forma incorrecta e detectados pelo software específico da companhia germânica, Watchdog. Em 2014 foram detectados 2 620 casos.
Ao longo do ano passado, os especialistas da Hapag-Lloyd verificaram 236 mil casos suspeitos detectados pelo software, mais 46% dos que os 162 mil do ano anterior.
A incorrecta declaração (ou não declaração, de todo) das mercadorias perigosas representa uma séria ameaça à segurança dos navios, das tripulações e das cargas, sem esquecer o ambiente.
O responsável pelo departamento de mercadorias perigosas na Hapag-Lloyd, Ken Rohlmann, citado em comunicado, adianta duas explicações para o aumento dos casos detectados: “Em primeiro lugar, o volume de carga transportada pela Hapag-Lloyd aumentou consideravelmente no ano passado, fruto da fusão com a divisão de contentores da CSAV. Em segundo lugar, houve um aumento acentuado nas detecções após a explosão no porto de Tianjin, em Agosto”.
Fonte: Cargo

Grupo Maersk fecha 2015 com tombo de 82% nos lucros


O gigante marítimo Maersk fechou o ano de 2015 com uma queda de 82% nos seus lucros, chegando aos 824 milhões de euros. Enquanto isso, as receitas caíram para os 35.947 milhões de euros, 15% menos do que em 2014. O grupo atribuiu o mau desempenho à clara disparidade entre a oferta e a procura em todos os seus negócios, situação que conduziu a um declínio nos preços do petróleo e das taxas de frete.

"Estamos satisfeitos com o desempenho do nosso negócio em 2015", afirmou em um comunicado o CEO Grupo Nils Andersen. "Apesar das difíceis condições do mercado, todas as unidades de negócios apresentaram um resultado subjacente positivo e o Grupo Maersk alcançou um lucro subjacente de 2.764 milhões de euros", acrescentou. 

Em termos específicos, a subsidiária de transporte sofreu uma queda de 43% de seus lucros, para 1.159 milhões de euros. A empresa justifica esta descida através das "depauperadas condições de mercado", que induziram uma redução nas taxas de frete, especialmente durante a segunda metade do ano de 2015. Por seu lado, os negócios agrupados sob o domínio da APM Terminals sofreram uma queda nos lucros de 27,3%, uma situação que o grupo atribui ao declínio dos volumes de tráfego, especialmente na África Ocidental, Rússia e Brasil.

"Vamos reforçar ainda mais a posição do grupo através de um melhor desempenho operacional e aumento do investimento", salientou Andersen, mas apesar dessas palavras de ambição o Grupo prevê nova descida dos lucros subjacentes em 2016; no caso da empresa de transporte de mercadorias, o grupo prevê que as taxas de frete cairão consideravelmente em 2016 e o tráfego de contentores apresentará um baixo crescimento, entre 1% e 3 %.


Fonte: Cargo

terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

Contentores: perdas colectivas podem atingir os 5 mil milhões de dólares em 2016


O mercado de contentores continua a dar sinais negativos, numa tendência de queda que parece ter vindo para reinar, pelo menos pelos próximos dois ou três anos, à medida que a capacidade da frota global ultrapassa os índices projectados da procura. O comércio entre a Ásia e a Europa tem sido fortemente atingido, tendo-se assistido até ao encolhimento do mercado de contentores, facto histórico (quase) sem precedentes.

Nos primeiros 11 meses de 2015, o tráfego de contentores a nível global baixou em mais de 4%, de acordo com dados do Container Trade Statistics, enquanto a frota continuou a expandir-se em mais 18.000 TEU que se adicionaram ao mercado; a consultora Drewry prevê que as perdas colectivas seja avultadas e atinjam os 5 mil milhões de euros em 2016, com as taxas de frete a manterem-se sob pressão, as spot rates em queda (em Janeiro) e a guerra de preços a predominar, minando o cenário internacional.

Neste panorama, as empresas tentam lutar com o excesso de tonelagem, cancelando serviços e desmantelando unidades; segundo dados provenientes da Lloyds List Inteligence, 4,7% da frota estava inactiva no arranque de 2016, número de 3,4% que se compara com o mês de Dezembro de 2015 e com os 1,5% no arranque de 2015. Espera-se que, durante os próximos 11 meses, estes números continuem a subir. As demolições atingiram 200.000 TEU em 2015 e deverão subir mais 50% desse valor em 2016.


Fonte: Cargo

Sines quer expansão do Terminal XXI decidida este ano

Dentro de três anos, Sines pode ser o terceiro porto de contentores da Península. Mas para continuar a crescer é urgente resolver a  questão da expansão do Terminal XXI, avisa João Franco, presidente da APS.


Em entrevista ao “Sem Mais”, o presidente dos portos de Sines e do Algarve (Faro e Portimão) lembra que as negociações com a PSA Sines para a expansão do terminal de contentores acabaram com uma “solução minimalista”, que  apenas permitirá aumentar a capacidade de 1,7 milhões para 2 milhões de TEU/ano.
A solução proposta pela PSA Sines,e rejeitada pelo anterior Governo, era “uma solução equilibrada”, defende João Franco, mesmo se implicava o reforço do investimento público (65 milhões de euros), no prolongamento do molhe de protecção, a acompanhar um esforço de 130 milhões de euros na concessionária no aumento da frente de cais e do parque de contentores. “Quanto a mim, era uma solução equilibrada, porque se o aumento do cais é feito pelo concessionário, este precisa de uma protecção igualmente prolongada”, refere.
Agora o gestor espera que as negociações sejam retomadas. Porque dentro de três anos, a crescer como tem crescido, o terminal de Sines estará esgotado, e porque parar é morrer, e a PSA Sines, a MSC (e a Maersk Line) “tendo necessidade de espaço, de crescer, de competir a nível internacional, não o podendo fazer, vão embora!”.
Por isso, João Franco diz ter já pedido à ministra Mar, Ana Paula Vitorino, “que este assunto pudesse ser res0lvido no espaço de um ano”. Até porque “um terminal leva um ano a construir”.
Para crescer no tráfego de contentores, Sines poderá também optar por lançar um segundo terminal (hipótese várias vezes aventada). “Mas esse caminho acarreta fortes indemnizações, porque vai contra a exclusividade da actual concessão”,avisa João Franco. “Não defendo esse caminho, como também não alinho na tese de nada fazer”, remata.

Resultados líquidos de 16 milhões em 2015

No ano passado, a APSS realizou um volume de negócios de 44 milhões de euros (mais 7,5% em termos homólogos) e atingiu um EBITDA de cerca de 25 milhões de euros (22,7 milhões em 2014), refere João Franco.
Os resultados líquidos, esses rondaram os 16 milhões de euros, em comparação com os 14,3 milhões de euros do exercício anterior.
João Franco sublinha a propósito que os resultados poderiam ser ainda melhores não fossem os investimentos realizados nos portos do Algarve. Faro e Portimão, resumiu, representam perdas anuais de 1,5 milhões de euros. “Gostaria que nos próximos anos fossem minorados esses rácios, mas não acredito que na próxima meia dúzia de anos isso possa acontecer”.
Fonte: T e N

Uma jangada para ver no fundo do Mar [ Com Vídeo].


o duas instalações que retratam bem os dias de hoje: uma, 'Rubicon', mostra várias figuras humanas entretidas com os seus telemóveis, ao ouvido, a teclar mensagens ou a tirar selfies. A outra, intitulada 'A jangada de Lampedusa', apresenta-nos um barco de figuras a esperar desesperadamente por ajuda, aludindo à crise de refugiados que todos os dias tentam chegar à Europa. As duas obras poderão ser visitadas a partir de dia 25, no fundo do mar, em Lanzarote, Espanha. Bem-vindos ao primeiro museu de arte subaquático da Europa.
Além dos propósitos artísticos, e de reflexão sobre o mundo de hoje, as esculturas terão ainda uma função ambiental, já que acabarão por se transformar em recifes artificiais - numa metáfora para a relação simbiótica que os seres humanos têm com a natureza.
Segundo explica o autor da obra, Jason deCaires Taylor, 41 anos, na sua página de Facebook, as esculturas são feitas de um tipo de cimento marinho projectado para durar centenas de anos e foram colocadas em locais secos e desertos, e longe de áreas perigosas - para que os turistas possam mergulhar em segurança.
A 12 metros de profundidade, as exposições serão ainda passíveis de serem visitadas em barcos envidraçados. O projecto custou 700 mil euros.

Fonte: Visão 

Os peixes bebem água?


«Beber água» talvez não seja o termo mais adequado para explicar porque os peixes – de água doce ou salgada – ingerem o líquido.

Ao contrário do que acontece com os seres humanos, a água absorvida pelos peixes é usada principalmente para respiração e trocas gasosas com o ambiente externo em que vivem.
Apenas uma quantidade mínima do líquido é realmente ingerida, juntamente com os alimentos, assim como acontece com outros animais que vivem fora de água.
Na respiração dos peixes, a água chega até as brânquias para que as trocas gasosas aconteçam. É através deste órgão que o oxigénio é absorvido e o dióxido de carbono eliminado – o que nos seres humanos acontece nos alvéolos pulmonares.
Os peixes mantêm constante a troca com a água em que estão para que haja um equilíbrio entre a quantidade de sais presentes no ambiente e no organismo do animal. Assim, o peixe elimina ou absorve mais água de acordo com o ambiente onde vive.
Nos peixes de água doce, a concentração de sais é maior no organismo do que na água que o cerca. Por isso, a água entra de forma passiva no corpo dos peixes (pelas células), num processo conhecido por osmose. É como se ela fosse «atraída» para o corpo. Por absorverem muita água, os peixes de água doce têm rins mais desenvolvidos e excretam uma urina bem diluída e em bastante quantidade.
Já nos peixes de água salgada, o processo é inverso. O alto teor de sal dos oceanos faz com que a água «saia» do organismo por osmose, por isso o animal precisa constantemente de «beber» água para manter as suas funções. Como a água do mar é muito salgada, os peixes que ali vivem precisam de expulsar o excesso de sal por um mecanismo especial nas brânquias.
Quando o peixe ingere a água, a boca fecha e ossos bem pequenos (opérculos) obstruem as brânquias. Com isso, há uma pressão que empurra a água para os filamentos branquiais, responsáveis pela respiração. Após o processo, o peixe volta a abrir a boca e elimina a água.
E ainda tem os peixes cartilaginosos, como os tubarões e as arraias, que fazer essa troca de outra maneira.
Neles, o equilíbrio osmótico acontece por causa da produção de uma substância chamada ureia que, ao ser secretada pelos rins na corrente sanguínea desses animais, consegue controlar a quantidade de sais no corpo.