quarta-feira, 29 de julho de 2015

O novo canal do Suez está pronto a ser navegado

Três navios de carga cruzaram o novo canal no passado dia 25 de Julho. A viagem altamente escoltada serviu para testar os 72 quilómetros da rota que é oficialmente inaugurada a 6 de Agosto.


O novo canal do Suez, no Egipto, vai ser oficialmente inaugurado no próximo dia 6 de Agosto, exactamente um ano depois de as obras para a sua construção terem arrancado. No passado sábado, três navios de carga cruzaram o canal numa viagem que serviu para testar a rota com 72 quilómetros de comprimento que permite a navegação em dois sentidos de embarcações de grande porte.
Quase 12 meses de obras depois, o canal paralelo ao do Suez vê a luz do dia: a obra, considerada “faraónica” pela BBC, é de uma importância vital tanto para o comércio regional como para o global — pelo canal passa, actualmente, 7% do comércio mundial com base na navegação. E de acordo com o presidente daquele país, Abdelfatah al Sisi, a expansão será capaz de trazer um “forte impulso” à economia egípcia.
Estima-se que a construção do novo canal — o original foi inaugurado há quase 150 anos para ligar os mares Mediterrâneo e Vermelho — tenha custado 8,5 mil milhões de dólares (cerca de 7,5 mil milhões de euros). Mas os gastos não se vão ficar por aqui, dado que existem planos para construir um outro canal junto a Porto Said, no Mar Mediterrâneo, um projecto que poderá ter 9,5 quilómetros.
De referir que os navios que cruzaram o canal no último sábado, 25 de Julho, foram  escoltados por helicópteros e navios da marinha egípcia: a segurança reforçada tem razões de ser, uma vez que a Península do Sinai, na fronteira com o canal, tem vindo a ser marcada por uma intensa actividade de grupos extremistas islâmicos — já morreram centenas de civis desde que um golpe militar depôs o presidente islâmico Mohamed Morsi em 2013.
Fonte: Observador

Universidade Nova lança Mestrado em Direito e Economia do Mar




A Faculdade de Direito da Universidade Nova de Lisboa (FDUNL), em parceria com outras unidades orgânicas da UNL, promove o 2º ciclo de mestrado em Direito e Economia do Mar. A Governação do Mar.

O programa deste mestrado da Nova Direito tem como finalidade a preparação de discentes e a produção de dissertações e/ou estágios e projectos de investigação, sobre temas relacionados com formação e criação de capacidades para uma melhor governance dos oceanos. Outro objectivo do mestrado é a formação de quadros técnicos superiores altamente especializados nas diferentes vertentes previstas no programa.
O seu núcleo duro está colocado nas várias dimensões normativas, mormente nas jurídicas, desse esforço; mas não só. Os temas abordados no curso versam as condutas relativas a questões marítimas ao nível nacional, regional, e global, e fazem-no em termos de abordagens holísticas e integradas – de acordo com os princípios estabelecidos pela Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar (UNCLOS), tendo como alvo os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio, e no seguimento do Rio+20.
A atenção centra-se nas articulações entre o Direito, as Ciências Políticas, Económicas, Sociais, Militares, e Naturais, bem como nos domínios multidisciplinares existentes na interface da investigação e da gestão, e no suporte da Tecnologia que viabiliza a prossecução de uma gestão eficaz e sustentável dos Mares e Oceanos.
+informação: http://www.fd.unl.pt

Programa "Mar Seguro" para sensibilizar os pescadores

Ministro da Defesa Nacional falou da importância da segurança balnear e marítima para o crescimento da economia em Portugal, na sequência apresentação do novo programa “Mar Seguro”, uma acção que pretende dar meios à comunidade piscatória para uma maior segurança.



José Pedro Aguiar-Branco, Ministro da Defesa Nacional, presidiu à apresentação do programa “Mar Seguro”, na Administração dos Portos do Douro e Leixões, em Leça da Palmeira. Realçou a importância de uma “cultura de prevenção” trazida pelo programa que “em todas as áreas é algo que minimiza os danos”. A acção que pretende munir a comunidade piscatória de meios para evitar riscos no mar vai, segundo o ministro, ao encontro de uma linha de acção que o Ministério da Defesa Nacional tem “prosseguido desde o início do mandato: salvar mais e melhor”, explica.

O programa “Mar Seguro” pretende  maximizar a capacidade operacional através da prevenção. O director do Instituto de Socorros e Náufragos (ISN) explicou que a missão vai consistir em acções de sensibilização junto da comunidade piscatória. O programa prevê a formação dos pescadores em suporte básico de vida de modo a que as embarcações estejam preparadas para prestar socorro até a chegada dos profissionais competentes. A sensibilização passa também por realçar a importância de munir as embarcações de equipamento de salvamento como é o caso dos coletes salva-vidas e dos extintores. Nomeadamente em relação aos coletes, o ISN alerta para a necessidade de estarem dentro do prazo de validade e de existir pelo menos um para cada tripulante. A utilização do equipamento pode ser fundamental para o salvamento das vidas, nas palavras do director pode ser “a diferença, muitas vezes, entre a vida e a morte”.

Há ainda uma particular incidência na necessidade de coordenação entre a Polícia Marítima e a sociedade civil. Antes de ir para o mar, o ISN fala da importância do planeamento da viagem que passa por prever todos os perigos que possam ser encontrados, sendo importante verificar os avisos à navegação por parte dos pescadores no site do Instituto Hidrográfico, mas também obter informações da Polícia Marítima acerca do estado das Barras. As acções de formação vão ter lugar, inicialmente, em três estações salva-vidas pelo país, Leixões, Peniche e Ferragudo e deixam uma mensagem para os pescadores “quem vai ao mar, avia-se em terra”.
Portugal na vanguarda
"Queremos posicionar Portugal no ranking mundial da vanguarda da segurança marítima, tal como acontece em termos da segurança balnear, em que o nosso país tem das menores taxas de mortalidade", anunciou o ministro Aguiar-Branco sublinhando que estas duas condições são fundamentais para “um crescimento saudável da economia”, já que a segurança balnear e marítima “trazem turistas e viajantes que favorecem o crescimento económico”. 

José Pedro Aguiar-Branco aproveitou ainda para destacar “o empenho das Forças Armadas no salvamento marítimo e na forma como têm cumprido esta missão com reconhecida eficiência”. Até meados deste mês, foram registadas, em 2015, 330 acções de busca e salvamento que resultaram no salvamento de 203 vidas humanas. Ainda assim o ministro lamenta aquilo que considera ser uma “realidade pouco percepcionada”. “Muito se faz, muito se trabalha, mas hoje em dia há uma lógica de que tudo o que não passa na comunicação social, não é reconhecido, mas é o trabalho diário e constante que ninguém vê que permite que na hora certa as coisas não falhem”, esclarece Aguiar-Branco.

Porém, o ministro lembra que “o financiamento não é ilimitado e os recursos são escassos”. Face às condições disponíveis é necessário ter mais capacidade operacional através da “eficiência na gestão dos recursos, racionalização, evitando-se duplicações e conseguinte afectar o mais possível os nossos recursos financeiros à dimensão operacional”, avisa. 

Fonte: Público



Descoberto tesouro de um milhão de dólares. Estava no fundo do mar há 300 anos

Família Schmidt encontrou cerca de 60 peças em ouro ao largo da Florida, no valor de um milhão de dólares. Estavam desaparecidos há cerca de 300 anos, quando 11 navios espanhóis naufragaram.



Não é um conto de piratas, é uma descoberta americana. Uma equipa de caçadores de tesouro da Florida, nos Estados Unidos, encontrou mais de um milhão de dólares (905 mil euros) em ouro enterrado em pleno Oceano Atlântico, a cerca de 4,5 metros de profundidade. São cerca de 60 artefactos que estavam desaparecidos há cerca de 300 anos, conta o Mashable.
Recuemos no tempo. A 31 de julho de 1715, afundaram-se 11 navios espanhóis na costa da Florida e desde então já foram descobertos alguns tesouros, mas nenhum como este – e neste valor. Tinham partido de Havana, em Cuba, uma semana antes e tinham como destino Espanha. Até que um furacão trouxe o pior: morreram perto de mil pessoas. As restantes 1.500 conseguiram nadar até à costa.
A exploração da faixa litoral está a cargo da Empresa Queens Jewels, mas foi a família Schmidt – subcontratada – que encontrou os artefactos, a 17 de junho. Para quem vai o tesouro? Para o estado da Florida (20%), para a Queens Jewels (40%) e para a família Schmidt (40%), que encontrou o tesouro.
Estas descobertas são importantes, não apenas pelo seu valor monetário, mas pela importância histórica”, disse Brisben, um dos caçadores, que acrescentou que é seu objectivo ajudar a preservar a história. “Com estas descobertas ficamos mais perto da verdade”, referiu.
O artefacto mais importante do tesouro encontrado pela família Schmidt é uma moeda de ouro que foi desenhada especificamente para o rei Filipe V, a “Royal”, de acordo com o órgão de comunicação local TC Palm. No total, existe apenas uma mão cheia destas moedas no mundo.
As iniciativas para encontrar eventuais tesouros do naufrágio espanhol começaram no final da década de 1950, quando um homem de Ohio encontrou uma peça de ouro na praia, depois de um furacão.
Fonte: Observador

quinta-feira, 2 de julho de 2015

Mar europeu é produtivo mas não está saudável nem limpo

 
 

O mar europeu é produtivo, mas não está saudável nem limpo, e a sua utilização de forma insustentável ameaça a produtividade e o bem-estar dos europeus, alerta um relatório da Agência Europeia do Ambiente.

«As atividades humanas e as alterações climáticas são responsáveis por uma cada vez maior pressão sobre os mares da Europa e os efeitos cumulativos ameaçam o funcionamento e resiliência dos ecossistemas marinhos», salienta o documento da entidade europeia (EEA na sigla em inglês) hoje divulgado.

O relatório realça que, apesar de se verificarem algumas melhorias, «a forma como são usados os mares continua a ser insustentável e ameaça não só a produtividade como também o bem-estar», e com base nos dados existentes, a EEA conclui que «o mar europeu pode ser considerado produtivo, mas não saudável ou limpo».

«É necessário respeitar os limites ecológicos do mar, se quisermos continuar a beneficiar dos seus recursos. Isto exige que sejam alinhadas as ambições políticas de crescimento económico com os objetivos das políticas para assegurar um mar saudável, limpo e produtivo, o que requer alterações no modo como satisfazemos as necessidades sociais», defendeu o diretor executivo da EEA, citado num comunicado da instituição.

Somente um número limitado das avaliações dos recursos marinhos indicam um estado de conservação favorável e entre as pressões aos oceanos estão os estragos no fundo do mar, devido à pesca de arrasto, o aparecimento de espécies exóticas, a presença de substâncias químicas da agricultura, a poluição e o lixo, principalmente plásticos.

Quanto às alterações climáticas, levam ao aumento das temperaturas e à potencial acidificação que pode reduzir a resiliência dos oceanos.
Entre os vários dados listados no relatório, para caracterizar a situação do mar europeu, é realçado que mais de 650 espécies de peixes, 180 de aves marinhas e cinco de tartarugas estão na Europa, e quase 320 novas espécies não autóctones foram encontradas desde 2000.
Mais de metade dos stocks das espécies comerciais avaliadas não estão num bom estado ambiental, e o total de capturas de todas as regiões de pesca tem descido nos últimos anos, levando ao crescimento da dependência das importações, nomeadamente de atum, bacalhau e salmão.

A instituição europeia refere também o ruído que afeta o interior do oceano vindo de atividades humanas como o transporte marítimo, a energia renovável ou a extração de gás e petróleo.

Segundo estimativas da EEA, o setor marítimo é responsável por 6,1 milhões de postos de trabalho e gera um valor económico de cerca de 467 mil milhões de euros.


Fonte: Cargo

Joana Duarte é a surfista mais sexy da Europa

 
 
Num ranking elaborado pelo site Surf Europe, a atriz Joana Duarte, de 28 anos, foi eleita a surfista mais sexy da Europa.
 
O site fez um ranking das sete mulheres mais bonitas a surfar nas águas europeias e que já estiveram sobre o olhar atento da Playboy. "Ela é uma verdadeira raposa do Mediterrâneo", escreveu o site sobre a jovem atriz que protagonizou a série juvenil Morangos com Açúcar.
Em segundo lugar do ranking, ficou a surfista alemã Janni Hönscheid, filha de um windurfista e atualmente residente nas Canárias; e, em terceiro, a francesa Victoria Vergara.
De recordar que Joana Duarte regressou há pouco tempo à ficção nacional, na série Bem-vindos a Beirais, da RTP1, já depois de ter deixado a representação para se tornar hospedeira de bordo.