terça-feira, 31 de março de 2015

Vela Solidária na 1ª Prova de Apuramento Nacional Access 2015

Realizou-se no passado fim-de-semana a 1ª Prova de Apuramento Nacional da Classe Access 2.3 e 303. A 1ª PAN foi organizada pelo Clube Naval Povoense, na Póvoa do Varzim, nos dias 27 e 28 de Março, e contou com a participação de 23 velejadores e 6 regatas ao longo de 2 dias de prova.


Para a equipa da Vela Solidária e o Iate Clube da Marina de Portimão, o 1º dia foi marcado por algumas estreias, com dois velejadores a iniciarem-se na classe 2.3 e uma dupla “remodelada” em 303.
Um menção especial ao velejador estreante Noel Coelho, que revelou uma prestação muito concisa e positiva, cumprindo todos os objectivos que lhe foram propostos.
No primeiro dia de prova, João Pinto e Guilherme Ribeiro alcançaram dois 4ºs lugares e um 2º lugar. João Silva não completou nenhuma Regata e Luís Ramalho completou duas das 3 que foram realizadas.
No geral, foi um dia marcado por alguma ansiedade, vento forte e alguma ondulação, o que comprometeu um pouco as prestações e aspirações dos atletas.
No 2º dia de PAN João Pinto e Guilherme Ribeiro ganharam todas as regatas do dia, ficando em 1º lugar na geral.
João Silva acabou a prova em 9º lugar, Luís Ramalho em 8º e Noel Coelho em 6º. De notar que Luís Ramalho ganhou a 1ª regata do dia de hoje na classe 2.3 e Noel Coelho ficou num excelente 2º lugar na 2ª regata de hoje.
Um balanço muito positivo para toda a equipa no final dos dois dias de prova.
A Vela Solidária é um Projecto de Cariz Social que promove a prática da vela a pessoas portadoras de deficiência, criando condições materiais e humanas à acessibilidade e integração social dos seus praticantes, com relevo especial à formação de todos os interessados e seus acompanhantes.



A vela torna-se então uma oportunidade privilegiada de obter (ou manter) uma relação com os desportos aquáticos e o mar.

 As dificuldades existem, obviamente, mas são ultrapassadas pelo voluntarismo e pela vontade.

MAR7 pretende desenvolver a economia do mar no distrito de Setúbal


MAR7 é a nova associação que nasceu em Setúbal e que tem como objectivo a curto prazo “implantar a associação no contexto socioeconómico do distrito”, identificando “parceiros capazes de fomentar a economia do mar”, refere o presidente da direcção da MAR7. Paulo Ribeiro pretende ter como parceiros “pessoas singulares ou colectivas, públicas ou privadas”, que “comunguem dos objectivos da associação” e que “estimulem a interacção entre os vários agentes económicos”, que “detêm o poder de validar” e “ajudar a concretizar o que forem boas propostas e bons projectos”.

O dirigente associativo adianta que a MAR7 se assume “como um fórum para o desenvolvimento da economia do mar”, com o intuito de “coordenar esforços e estratégias potenciadoras de sinergias”, de forma a “criar valor e a dar dimensão à economia marítima”. Paulo Ribeiro sublinha que a associação ambiciona “impulsionar o investimento estruturante, qualificante e inovador no domínio do mar” e “fomentar as actividades marítimas e dos seus produtos no mercado interno e externo”.
O representante da MAR7 pretende que as actividades a realizar sejam “autos-sustentáveis” e à semelhança do que vai acontecendo no mundo associativo “vão complementar a quotização dos associados com outras fontes de financiamento”, como “os patrocínios e o rendimento resultante da prestação de serviços”. Paulo Ribeiro deseja “organizar eventos e missões empresariais associadas ao mar” e “desenvolver estudos e acções de formação adequadas ao desenvolvimento das actividades ligadas a esta área”.
O membro da associação tem como objectivo atrair investidores e fixar empresas, ligadas ao mar, no distrito de Setúbal, através da “divulgação das potencialidades deste sector e da região”, bem como através de “apoios comunitários disponíveis para os potenciais investidores”. De modo a desenvolver a economia do mar no distrito, Paulo Ribeiro quer “impulsionar a identificação de prioridades”, de forma a“desenvolver e a implementar estratégias geradoras de postos de trabalho” e “retorno financeiro com elevado valor para o distrito de Setúbal neste desígnio”.
O presidente da MAR7 realça que “o mar tem imensas potencialidades no distrito, desde pesca, aquicultura, salicultura e indústria de transformação e pescado e distribuição”, passando pelos “portos, transportes marítimos e logística, à construção e reparação naval”. Paulo Ribeiro assegura que “todas estas potencialidades já existem no distrito”, sendo fundamental “promovê-las e potenciá-las, articulando e juntando vontades dos vários operadores económicos da região”.
MAR7, Associação para o Desenvolvimento da Economia do Mar no Distrito de Setúbal, surgiu de “uma troca de ideias de várias pessoas”, que apesar “das suas diferenças, têm em comum a paixão pelo mar” e a“noção de que ele faz parte da identidade do distrito de Setúbal”, podendo “mesmo constituir o seu principal factor de desenvolvimento”, explica o dirigente da associação. Paulo Ribeiro revela que esta associação “foi fundada por oito pessoas, que estão directa ou indirectamente ligadas ao mar” e que“desenvolvem a sua actividade ou residem em Setúbal”.

Depois da Grécia, MSC tem novo serviço a ligar Sines à Austrália


Depois do anúncio do novo serviço a ligar o porto de Sines ao porto do Pireu, na Grécia, a MSC (Mediterranean Shipping Company) tornou agora público que vai dar início a um novo serviço de transporte marítimo entre o porto de Sines e os principais portos da Austrália, no âmbito da sua política de desenvolvimento de negócio.

Esta nova rota semanal vai servir alguns dos mais importantes portos mundiais, nomeadamente: Fos-Sur-Mer, La Spezia, Gioia Tauro, Suez, Port Louis, Pointe des Galets, Sidney, Melbourne, Adelaide e Fremantle.

A primeira escala desta nova rota será efectuada já no próximo dia 09/04/2015 em Sines através do navio “ Kalliopi” e tem previsão de chegada a Sidney dia 16/05/2015.

"Ter uma rota directa entre Portugal e a Austrália é de enorme importância. Estamos atentos às necessidades dos nossos clientes e identificámos esta oportunidade que consideramos crucial. A Austrália é um importante mercado, que serve não só o próprio continente australiano mas acima de tudo o sul da Ásia”, refere Carlos Vasconcelos, Managing Director da MSC Portugal.

Fonte: Cargo

domingo, 29 de março de 2015

Universidade do Algarve quer investigar aquacultura do atum


A Universidade do Algarve assinou acordos de cooperação com uma universidade japonesa para desenvolver "investigação de ponta" em aquacultura de atum, que favoreça o lançamento de uma indústria exportadora numa região excessivamente dependente do turismo.
Os acordos entre a Universidade do Algarve, o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) e as universidades de Kinki e de Hokkaido foram assinados no âmbito da visita do primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, ao Japão. "O Japão é um grande consumidor de atum, e a região do Algarve tem muito boas características para a aquacultura do atum. Queremos juntar a experiência deles com a nossa e nós, na Universidade do Algarve, teremos muito interesse em que essa investigação de ponta dê origem a novas empresas, com transferência de conhecimento para novas empresas que pudessem estruturar melhor a economia do Algarve", afirmou o reitor, António Branco.
O reitor da universidade algarvia considera que a região "é demasiado baseada no turismo e precisa de uma renovação, precisa de se estruturar numa indústria, com capacidade de exportação". O objectivo é que dentro de um ano possam começar a surgir as primeiras empresas: "Vemos como uma oportunidade para dar origem a 'start-ups' e 'spin-offs', que venham a tornar-se empresas exportadoras de atum". A cooperação em investigação na área da aquacultura é o objecto do protocolo assinado com a Universidade de Kinki, com a qual também foi assinado um acordo de mobilidade de estudantes, à semelhança de um outro estabelecido com a Universidade de Hokkaido. A coordenadora dos programas de mobilidade da Universidade do Algarve, Isabel Cavaco, explicou que o Governo japonês irá financiar estudantes que irão para aquela instituição universitária portuguesa, que espera por sua vez ter financiamento europeu de novos projectos, além dos projectos 'Erasmus Mundus', que actualmente coordena.
Para começar, "pelo menos cinco ou seis estudantes" japoneses deverão estudar no Algarve no próximo ano, disse Isabel Cavaco, que tem a perspectiva de que o número aumente e venha a fixar uma quota regular de alunos daquele país na universidade algarvia, que é uma das mais internacionalizadas do país, de acordo com o seu reitor. Em sentido contrário, o protocolo tem também como objectivo, que estudantes portugueses possam estudar, por períodos curtos, de dois ou três meses, no Japão, começando com um estudante este ano. Os protocolos foram assinados na 'Guest House' de Quioto, a antiga capital imperial do Japão. A 'Guest House' situa-se nas imediações do antigo palácio imperial, dentro dos seus jardins, o local onde são acolhidas autoridades estrangeiras de visita à cidade. 
Fonte: DNoticias

Um museu no Oceano

Pela primeira vez em muitos anos, Portugal terá um novo centro de artes contemporâneas, o Arquipélago, situado na ilha de São Miguel, nos Açores.


Ainda sem uma exposição para apresentar e por isso apostado em divulgar primeiro o objecto arquitectónico que o sustenta, o Arquipélago - Centro de Artes Contemporâneas é inaugurado na tarde do próximo domingo na Ribeira Grande, ilha de São Miguel, nos Açores. 

Fonte: Expresso 


Equipamento movido a energia das ondas monitoriza mar da Nazaré

A monitorização visa o estudo das Energias Renováveis Marinhas.


“Sendo um equipamento que se desloca na água é necessário acautelar algumas situações, sobretudo em zona onde se verifica uma actividade de pesca bastante forte”, afirmou o comandante do Porto que já solicitou aos responsáveis pelo projecto “um plano de navegação detalhado” e que “verifiquem periodicamente se o equipamento visualmente identificável”.

Com dois metros de comprimento por 60 centímetros de largura, o Wave Glider tem uma composição semelhante à das pranchas de surf e pesa cerca de 150 quilos.

A estrutura tem custo de cerca de 200 mil euros e sua manutenção no mar, durante um mês, terá um custo estimado de 60 mil euros.

A monitorização que vai ser feita na Nazaré e, dentro de dias arrancará também na Escócia, enquadra-se no projecto Europeu Turnkey (Transforming Underutilised Renewable Natural Resource into Key Energy Yields), que visa o estudo das Energias Renováveis Marinhas.


O estudo cientifico que está a ser desenvolvido conta com seis entidades parceiras e envolve quatro países; Escócia Portugal, França e Espanha, dos quais, numa primeira fase, apenas os dois primeiros vão ter o equipamento a monitorizar o mar.

Fonte: Público

MSC liga Sines ao Pireu em quatro dias



Com a escala em Sines do MSC Matilde, prevista para o próximo dia 31, a MSC iniciará um serviço directo entre o Terminal XXI e o porto do Pireu, o maior da Grécia e que serve a capital Atenas.
A escala no Pireu passará a ser a primeira do serviço que já hoje liga Sines aos portos turcos de Istambul, Gemlik e Aliaga.
No comunicado em que dá conta do reforço das ligações do mercado português para a Grécia/Turquia, a MSC sustenta que oferece os melhores tempos de trânsito à exportação para aqueles destinos: 4 dias para o Pireu, seis para Istambul, sete para Gemlik e oito até Aliaga.

Fonte: T e N

quarta-feira, 25 de março de 2015

6 benefícios da água do Mar para a Saúde

Cicatrização, fortalecimento do sistema imunológico e limpeza dos pulmões são algumas razões para mergulhar em águas salgadas.


Quando o tempo melhora, lembramos logo da praia. E se for apreciar alguns dias com o pé na areia, saiba que a água do mar não traz só aquela sensação boa de paz e frescura. Existem outros benefícios concretos que a água salgada proporciona à saúde. A farmacêutica Mika Yamaguchi,  providenciou algumas:
1. Cicatriza
A água do mar é rica em sais minerais, como sódio e iodo, elementos que possuem acção cicatrizante e antisséptica para a pele. No entanto, a higienização com água potável é indispensável, caso haja algum ferimento.
2. Fortalece o sistema imunológico
Um estudo realizado pela Universidade de Alicante, na Espanha, constatou que a água do mar fortalece o corpo contra os vírus, bactérias e reforça o sistema imunológico do corpo. O cloreto de sódio, substância que faz com que a água do mar seja salgada, possibilita melhor funcionamento das células do corpo, principalmente as imunológicas.
3. Faz massagem
O balanço das águas do mar também tem potencial para relaxar o corpo, pois o contacto com as ondas activa a circulação sanguínea e facilita a eliminação de toxinas acumuladas no organismo.
4. Neutraliza as cargas negativas
A ideia de que um mergulho no mar ajuda a renovar as energias não é apenas uma figura de linguagem. De acordo com Mika, os sais presentes na água ajudam a normalizar as reacções bioquímicas do corpo, dando energia ao organismo.
5. Relaxa a musculatura
A água do mar é rica em magnésio, substância responsável por relaxar a musculatura do corpo. Um mergulho no mar pode ajudar a diminuir o stress e dormir melhor.
6. Limpa os pulmões
Quando mergulhamos no mar, expiramos o ar que temos em nossos pulmões. Esse movimento proporciona limpeza dos brônquios.
Adaptado de PaisEFilhos

Gestão sustentável iria aumentar capturas, receitas e emprego nas pescas



Portugal poderia aumentar a quantidade de peixe capturado, as receitas obtidas e o número de postos de trabalho no sector pesqueiro se fizesse uma gestão baseada na sustentabilidade dos recursos, concluiu um estudo hoje divulgado.
O trabalho, publicado pela Fundação para a Nova Economia (NEF, na sigla em inglês), analisou 221 frotas da União Europeia (UE), incluindo portuguesas, e revela que "permitir que as populações de peixe alcançassem o rendimento máximo sustentável representaria para Portugal mais 2.615 toneladas de desembarques, mais 7,6 milhões de euros de receitas e mais 660 postos de trabalho".

Aquela quantidade adicional de capturas seria "suficiente para responder ao consumo de pescado anual de 42.804 cidadãos portugueses ou 113.710 cidadãos europeus", acrescenta uma informação da NEF.

Já a redistribuição das quotas de pesca na UE permitiria obter "mais 824 milhões de euros de receitas e mais 102 mil postos de trabalho".

Por outro lado, "a não recuperação das unidades populacionais de peixe nos últimos cinco anos representou uma perda de 8,6 milhões de toneladas de capturas pesqueiras e de 7,1 mil milhões de euros" na UE, refere o estudo.

Estes dados resultaram da aplicação do Modelo Bioeconómico para Frotas Europeias, desenvolvido pela NEF, com a colaboração de académicos e de várias instituições europeias e hoje lançado, tendo analisado frotas que cobrem 73% do total de desembarques da UE.

Aquele modelo examina a forma como a recuperação das unidades populacionais de peixes do Atlântico Norte para níveis sustentáveis altera vários parâmetros, como desembarques, receitas, emprego, rentabilidade, salários e emissões de carbono.

"Atribuir uma maior quota às frotas que asseguram mais postos de trabalho por tonelada de peixe desembarcado geraria mais 102 mil postos de trabalho em relação ao actual modelo padrão de distribuição", na UE, exemplifica.

Seriam igualmente obtidos mais dois milhões de toneladas de peixe por ano, "o suficiente para suprir as necessidades anuais de 89,2 milhões de cidadãos da UE", assim como "mais 8.273 euros em salários para os trabalhadores das pescas todos os anos".

"Os ministros da UE estão a desperdiçar um potencial económico significativo ao falharem na gestão sustentável de um recurso ambiental fundamental", alerta o responsável pela área da Economia Ambiental na NEF, citado na informação.

Aniol Esteban defende que os Estados-membros da UE "podem obter mais peixe, mais lucros e mais empregos se aplicarem dois requisitos elementares da Política Comum das Pescas: a recuperação das unidades populacionais de peixe e a inclusão de critérios sociais e ambientais na distribuição das quotas pelas frotas pesqueiras".

Apesar de reconhecer terem-se registado melhorias na situação de alguns `stocks` de peixe, Aniol Esteban não deixa de recordar que "os ministros das pescas da UE estabeleceram, em Dezembro do ano passado, limites de pesca para 2015 acima do aconselhado nos pareceres científicos para 63% dos casos".

Fonte: Lusa/RTP

As teorias que Atlântida não arrastou para o fundo do Mar

A localização da cidade perdida da Atlântida continua a conquistar cientistas, artistas e conspiradores. E existe mais um lugar na extensa lista de possibilidades: Marrocos.



É um dos mistérios (ou enigmas, ou mitos, ou lendas) mais antigos da humanidade. Existiu? Onde era? Como era? A Cidade Perdida de Atlântida apoderou-se da mente dos conspiradores, absorveu a atenção dos cientistas e inspirou a imaginação dos artistas. Conta a lenda que a Ilha foi engolida pelo Oceano Atlântico, enterrando no mar os seus habitantes e pertences: um império abundante e fasto que ninguém sabe onde se localizava. Mas terá sido mesmo assim? Não faltam teorias.
A mais recente pertence a Mark Adams. No livro “Meet me in Atlantis: My Obsessive Quest to Find the Sunken City”, o escritor defende que a Cidade de Atlântida ficava na costa de Marrocos, e estaria de alguma forma relacionada com a travessia do mar Vermelho, descrita na Bíblia. A entrevista a Adams foi realizada pela National Geographic.
As cidades perdidas sempre apaixonaram Mark Adams. O escritor confessa que “o facto de que alguém podia realmente procurar por Atlântida e ser levado a sério era estranho”, até se ter cruzado com Platão numa livraria onde trabalhava.
Foi o filósofo grego que inflamou as perguntas sobre Atlântida. Na obra “Diálogos”, a personagem batizada como Critias descreve imensos detalhes sobre a cidade perdida, nomeadamente sobre o seu aspeto e localização relativa, e decide partilhá-los com Timateus, que está numa busca aflitiva por respostas sobre o universo.
A teoria da localização em Marrocos surgiu quando Mark Adams entrou em contato com um especialista em computadores alemão chamado Michael Hübner, que recolheu todos as pistas deixadas por Platão sobre a localização da Atlântida.
Esse cruzamento de dados geográficos concluiu que ficaria algures numa área num raio a 4.828 quilómetros de Atenas, na Grécia. De facto, na história do filósofo existe uma guerra em que Atenas derrota Atlântida. E, de acordo com a própria obra, Hübner teorizou que a cidade perdida estaria a sul de Casablanca. A partir daí o informático e o escritor viajaram até ao deserto em busca dos círculos concêntricos pretos e vermelhos que Platão descreve no livro. “E eis que surgem os círculos concêntricos, à beira do deserto, a apenas alguns quilómetros do Oceano Atlântico”, conta Adams.
Mas esta é apenas uma de outras três localizações possíveis para a cidade perdida de Atlântida. Santorini, no Mar Egeu, tem evidências arqueológicas que realçam a hipótese desta localização. No centro da ilha grega existe mesmo um círculo com anéis em redor e um vulcão que deverá ter entrado em erupção em tempos ancestrais.
Outras hipóteses são Tartessos, a sul de Espanha, uma cidade naval com características semelhantes às dadas por Platão, e Malta, no Mar Mediterrâneo, cuja cultura ancestral terá sido destruída por um tremor de terra seguido de tsunami.
Mark Adams chegou também a estas cidades, com a ajuda dos seus amigos Tony O’Connell e Paul Evans. Quando foram obrigados a mudar-se para Dublin, Tony decidiu mesmo preencher o seu tempo a pesquisar aprofundadamente alguns registos sobre a Atlântida. Como não encontrou nenhum local onde pudesse compilar o seu material, criou a Atlantipedia.
Mas de onde vem a relação entre a cidade perdida e os relatos do Êxodo publicados na Bíblia Sagrada? Os dados bíblicos estão em conformidade com a erupção vulcânica de Atlântida. Tudo, desde as dez pragas até à água transformada em sangue. “Se se conhecer o que acontece durante uma explosão vulcânica, sabe-se que ela pode ser transformada das dez pragas que caíram sob o Egipto”, diz Mark Adams.
Além disso, a separação do Mar Vermelho não é um disparate total. “Tanto quanto se sabe, quando se dá um tsunami, o mar retrocede”. Isto pode ter sido o que aconteceu aos judeus, quando tentaram passar em segurança. Os egípcios foram então mortos quando o mar regressou ao seu lugar. “Seria uma coincidência incrível se todas estas coisas tivessem acontecido por coincidência”, considera o escritor.
Para Mark Adams, a mensagem de Platão é simples: “O tempo é cíclico e até uma civilização poderosa, técnica e avançada como Atlântida pode vir a ser aniquilada”. Em Casablanca?

Mas lembremos algumas das teorias sobre a Atlântida perdida, uns mais científicos, outros mais efabulados.

Teoria Platónica

Para o filósofo grego, a cidade perdida de Atlântida estaria localizada depois das colunas de Hércules, no estreito de Gibraltar, numa região chamada Quadrilátero de Canais. Platão descrevo-o da seguinte forma:
“Havia montanhas numerosas, próximas à planície da cidade, ricas em habitantes, rios, lagos, florestas em tão grandes números de essências, tão variadas que davam abundância de materiais próprios para todos os trabalhos possíveis. (…) O fosso recebia os cursos d’água que desciam das montanhas, fazia a volta à cidade, e de lá, ia esvaziar-se no mar.”
O relato faz crer que a cidade seria próximo do mar. Pode ler-se ainda “é difícil crer que a obra tenha saído das mãos humanas”.

Teoria de Tântalis

Atlas é o nome do titã que inspirou o nome da cidade perdida. Atlântida seria uma versão da cidade de Tântalis, que deriva por sua vez do nome do rei de Síbilo (Turquia), Tântalo. Ora, esta cidade estaria localizada em Arzawa, na península de Anatólia, uma área conhecida hoje como Ásia Menor. As escrituras clássicas afirmam que Tântalis sucumbiu a um terramoto que desfez montanhas e fez desabar o lugar nas águas da ravina Yarikaya, dando origem ao lago Saloe.

Teoria da Antártida

Nos anos sessenta, Charles Hapgood queria entender como se desenvolveu a era glaciar e teorizou que a acumulação de gelo nos calotes polares podia causar um peso capaz de mover a terra de tal modo que alguns continentes passaram pela era glaciar num sistema rotativo. Então, o jornalista britânico Graham Hancock veio causar polémica: o continente da Antártida não era mais que a ilha da Atlântida na sua era glaciar. E todas as cidades estariam enterradas no gelo polar.

Teoria do Profeta Adormecido

Edgar Cayce dizia ser capaz de ver o futuro e comunicar com os mortos. Durante o século XIX, Cayce identificou centenas de pessoas que seriam atlantes reencarnados. Para ele, a Atlântida estava localizada na Ilha Bimini, nas Bermudas. A dita civilização utilizava “cristais de fogo” para obter energia. Um dia, o processo saiu do controlo e desencadeou um acidente nuclear que afundou Atlântida. Mas esta energia continua ativa a interferir com os barcos, sendo responsável pelo temeroso Triângulo das Bermudas.

Teoria do Antigo Continente

A teoria brasileira do cientista Arysio Nunes dos Santos assume que existem diversas civilizações na atualidade que descenderam dos atlantes. Uma cidade localizada na Indonésia seria o berço dos gregos, hindus e tupis e teria sido criado as principais técnicas agrícolas e do cavalo.

Teoria Extraterrestre

Ezra Floid partiu dos círculos concêntricos de Platão para chegar com uma nova teoria: Atlântida é uma gigantesca nave espacial em forma de disco movido a hidrogénio com uma usina a que chama Tempo de Poseidon. O disco voador estava na Terra para colonizar o planeta e, por isso, viajava para vários pontos. E era por isso que muitos a dizem ter visto na Indonésia, nas Bermudas, no Atlântico (Açores) ou nos polos. Até que se afundou propositadamente no fundo do mar e ali permaneceu, até lançar um feixe de hidroenergia de emersão para se lançar ao espaço. Foi este processo que desencadeou um tsunami circular.
Fonte: Observador

Gelo no Mar Ártico atinge mínimo histórico

O aquecimento global e a emissão de gases poluentes para a atmosfera estão entre as principais causas da diminuição de gelo na região.


De acordo com um estudo desenvolvido pelo Centro Nacional de Neve e Gelo dos Estados Unidos (NSIDC), o nível de gelo existente no Mar Ártico é o mais baixo desde que em 1972 se começou a medir a quantidade de água gelada através de imagens por satélite. 
O estudo, divulgado esta sexta-feira, revela que a quantidade de gelo no Mar Ártico, na região que circunda o Polo Norte está reduzida a 14,54 milhões de quilómetros quadrados - uma extensão pouco maior do que o Canadá -, menos 1,1 milhões de quilómetros quadrados relativamente à média estimada entre os anos 1981 e 2010. Com a entrada da primavera, espera-se que o degelo na região se acentue.
Como excepções são apontados o Mar do Labrador (entre o Canadá e a Gronelândia) e o Estreito de Davis (situado entre a costa ocidental da Gronelândia e a ilha de Baffin, no Canadá). 
Segundo o Painel Intergovernamental para as Mudanças Climáticas das Nações Unidas, a diminuição do gelo na região mais a Norte do planeta está associada ao aquecimento global e à emissão de poluentes por parte de fábricas e centrais de energia situadas na Europa e na Ásia. Quando estas partículas atingem a neve e o gelo absorvem luz solar, acelerando o processo de degelo, que decorre a um ritmo de cerca de 3 a 4% por década.
Um estudo de 2012, desenvolvido pelo jornal científico "Environmental Research Letters", concluía que entre 70 a 95% do degelo no Ártico estava a ser causado por actividade humana. A manter-se este cenário, é provável que na segunda metade deste século, durante a época de verão, não haja gelo na região, alertam os cientistas. 

"A maioria dos modelos aponta na mesma direcção, isto é, cada vez menos gelo", afirma Sebastian Gerland, do Instituto Norueguês de Investigação Polar, citado pela Reuters. O especialista acrescenta que há cada vez menos gelo a 'sobreviver' a mais do que um inverno. 

O degelo no Ártico tem afectado a fauna local, nomeadamente os ursos marinhos e as focas, bem como a comunidade indígena, com a facilidade de acesso à região. Os preços baixos do petróleo têm, porém, desencorajado a exploração. 

Segundo Rafe Pomerance, presidente do grupo ambiental Arctic 21, citado pela Reuters, "estes novos dados sobre o degelo deixam uma clara mensagem à comunidade global, a de que o Ártico está a aquecer duas vezes mais rápido do que o resto do planeta".

Segundo a Organização Meteorológica Mundial, 2014 foi o ano mais quente desde que se iniciou o registo das temperaturas, em 1880. Cerca de 200 países concordaram em reunir-se em Dezembro deste ano, em Paris, para avançar com medidas para conter o aquecimento global.

Fonte: Expresso

"Só nos lembramos do Mar quando há Sol"


"Não podemos dar-nos ao luxo de falhar. Não podemos continuar a adiar. Temos de pôr finalmente em prática a nova governação integrada dos oceanos de que tanto necessitamos e que sabemos ser imprescindível." As palavras de Cavaco Silva na Cimeira Mundial do Mar (em fevereiro de 2014, nos EUA) apelavam a um consenso mundial sobre os oceanos, ainda mais oriundas de um país que, segundo o próprio Presidente da República, "é um gigante mundial em termos marítimos". Palavras bonitas, daquelas que enchem os ouvidos e apelam à suposta vocação marítima do país dos Descobrimentos. Mas que continuam a esbarrar nessa coisa aborrecida chamada realidade. Hélio Rasteiro completou o mestrado em Estratégia no Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas (da Universidade de Lisboa) com uma dissertação sobre o mar. Mais concretamente, escreveu sobre a "Estratégia Nacional para o Mar 2006-2016", o plano que o Governo de José Sócrates estabeleceu para arrancar de vez com uma economia voltada para o oceano. "O que se verificou neste caso, como noutros anteriores, é que se elaborou uma estratégia muito elaborada, cheia de boas intenções, mas depois não se concretizou qualquer plano de acção e a estratégia nunca saiu do papel", conta Hélio Rasteiro. Tanto que o actual governo já revogou a estratégia nunca posta em prática, abrindo caminho a um novo plano que há de trazer o mar para o lugar cimeiro da economia. MITOS E REALIDADE A dissertação de Hélio Rasteiro, um gestor de 34 anos, foi distinguida com o prémio Marinha/ISCSP para a melhor dissertação de mestrado sobre o mar. Revela como os mitos que construímos sobre o oceano pouco contribuem para o nosso efectivo conhecimento dele. "Temos a mania de dizer que somos uma nação marítima, mas isso não é verdade. Uma nação marítima é a que vive virada para o mar e aproveita os seus recursos", explica. E aponta alguns dados estatísticos: "Em Portugal há um rácio de 285 habitantes por cada barco. Em Espanha são 200 por barco, na Alemanha 111, na França 65, na Holanda 64, na Dinamarca 15, na Finlândia 8 e na Noruega 7. Como é que um país sem barcos pode dizer que é uma nação marítima?" Outros números mostram o quanto desperdiçamos a imensa Zona Económica Exclusiva. "Na aquacultura, os dados mostram que produzimos cerca de 10 mil toneladas de peixe por ano. A Grécia produz dez vezes mais. Em Espanha são 360 mil toneladas. E até a República Checa, país sem acesso ao mar, produz 30 mil toneladas de peixe. Isto ajuda a explicar porque é que importamos 60% do pescado consumido em Portugal." O investigador Hélio Rasteiro desmonta a ideia de termos sido uma grande potência marítima. "Houve um período da nossa história em que detivemos poder sobre o mar, mas a verdade é que nunca chegámos a conhecê-lo". Um problema que se mantém. Numa altura em que o país pretende ver alargada a sua plataforma continental, garantindo direitos sobre os fundos oceânicos de uma área contígua entre o continente, os Açores e a Madeira, Hélio Rasteiro avisa que esse projecto traz riscos. "Só pode reclamar soberania sobre um território quem efectivamente o ocupa." Coisa que o país que usou os fundos comunitários para abater a frota pesqueira, enquanto outros a reforçavam, não faz. "Somos um povo que vive maioritariamente junto ao mar e que só se lembra deste quando há sol. Temos uma história, um passado brilhante (há 500 anos), mas foi sempre pensado ‘Além Mar’. Nunca com o conhecimento do próprio mar e de toda a sua riqueza, daí ser errado dizer que vamos ‘regressar ao mar’. Nem sequer há incentivo à prática de desportos náuticos", diz o autor. Hélio Rasteiro defende que nenhuma estratégia pode vingar se ficar circunscrita ao calendário normal dos governos. "É preciso pensar a longo prazo. Uma estratégia para o mar deveria ser pensada para vigorar durante 50 anos, e não ao sabor das vontades de cada governo." O autor aponta a falta de meios da Marinha como factor de ameaça à soberania (é um defensor da compra dos submarinos) e diz que deveria ser prioritária a recuperação da marinha mercante, hoje reduzida a menos de dez navios com bandeira portuguesa. Apesar do olhar amargo sobre o passado, Hélio quer lutar por um futuro diferente. Porque acredita que o mar pode mesmo ser uma saída. "Existem três mentiras sobre Portugal: que somos periféricos, somos pobres e somos pequenos. Com este mar e com esta centralidade atlântica, esta é uma grande mentira."

Fonte: CM

Portugal oferece embarcações a São Tomé e Príncipe


O governo português oferece nesta quarta-feira a São Tomé e Príncipe duas embarcações de busca e salvamento, no quadro da cooperação entre os dois países. A pirataria marítima, que afecta seriamente o país, é um dos motivos pelos quais São Tomé e Príncipe necessita deste tipo de embarcações.

A oferta das duas embarcações complementa o programa de formação do Instituto Nacional de Socorros a Náufragos à guarda costeira são-tomense. Além disso, Portugal e São Tomé e Príncipe assinaram também um novo Programa-quadro de cooperação técnico-militar para o triénio 2015/2017 e um protocolo adicional no domínio da fiscalização conjunta de espaços marítimos sob jurisdição são-tomense.

"É mais uma pedra na cooperação entre Portugal e São Tomé e Príncipe e eu diria que é tão natural quanto o ar que respiramos porque a cooperação numa relação de amizade, uma relação afectiva, e nós traduzimos nestes textos aquilo que é o sentir dos nossos dois povos", disse Aguiar-Branco sobre o acordo entre os dois países.

Sublinhou ainda que a pirataria marítima ganhou uma dimensão global, referiu a este propósito: "Tudo o que nós fizermos para minimizar o risco dessa ameaça, solidificarmos e darmos mais capacidade de resposta a essas ameaças, estamos a contribuir para uma melhor harmonia entre os povos e para que haja um melhor desenvolvimento".

Fonte: Cargo

Brigada do Mar e comunidade local limpam praias da Costa do Norte de Sines


Nos dias 26, 27, 28 e 29 de Março, realiza-se uma acção de limpeza das praias da Costa Norte de Sines, no âmbito de uma parceria entre a Brigada do Mar, a Câmara Municipal de Sines e a comunidade local. A acção abrange uma extensão de 15km e envolve, diariamente, uma equipa de 30 pessoas, 15 das quais são garantidas pela Brigada do Mar, organização não-governamental que tem como principal missão a consciencialização e educação ambiental. Os restantes participantes são garantidos pela Câmara Municipal de Sines, através de voluntários da comunidade local.  Estão abertas inscrições de voluntários através do email esilva@mun-sines.pt e do tel. 914946009. Os interessados podem inscrever-se em todos os dias, em apenas alguns dias ou em períodos do dia (manhã ou tarde). A Câmara Municipal disponibilizará transporte aos voluntários.
Fonte: Rádio Sines
Foto: Brigada do Mar

PSA Sines recebeu maior navio porta contentores de sempre


A PSA Sines operou, no passado domingo, o maior navio porta contentores da Maersk que alguma vez fez escala no terminal de contentores de Sines. O “Evelyn Maersk” é um navio porta contentores com quase 400m de comprimento, 56m de largura e 16m de calado. Tem capacidade máxima para 14.770 TEUS, dos quais 1286 são refrigerados.
O navio partiu da Malásia a 6 de Março, sendo Sines o primeiro porto escalado na Europa. O navio ruma agora para o porto de Le Havre.
Desde Janeiro desde ano que os serviços efectuados no âmbito da aliança 2M, entre a MSC e a Maersk, começaram a fazer escala no terminal de contentores de Sines, sendo expectável que tal contribua para um incremento de volumes de carga.
Segundo o porto de Sines, “o aumento na quantidade e frequência de serviços das linhas de navegação que fazem escala no terminal de contentores de Sines será benéfico para os exportadores portugueses, dotando-os de um acesso atempado e de baixo custo aos mercados internacionais”. Neste contexto, “o porto também deseja expandir a sua ligação ferroviária ao interior da Península Ibérica”.
Fonte: Logística Moderna

quinta-feira, 19 de março de 2015

Iate de família real com 180 metros é o maior do mundo


O milionário russo Roman Abramovich já não é o proprietário do maior iate do mundo. O seu "Eclipse", com 163,5 metros, é agora o segundo do ranking.
O iate "Azzam", comprado pela família real dos Emirados Árabes Unidos, é agora o maior do mundo, segundo o ranking elaborado anualmente pela revista especializada "Yacht France". O barco tem 180 metros de comprimento, seis pontes e uma sala com 550 metros quadrados e é do presidente da companhia aérea Emirates, o xeque Khalifa bin Zayed Al Nahyan, que faz parte da família real dos Emirados Árabes Unidos.
O segundo maior iate do mundo, segundo a publicação, é o do russo Roman Abramovich, dono do Chelsea, que tem 163,5 metros. No terceiro lugar fica o "Dubai", com 162 metros, propriedade do Emir do Dubai, o xeque Mohammed bin Rashid al-Maktoum.
Deste ranking, a maioria dos iates são do Médio Oriente, mais precisamente 31. Segue-se a Rússia, com 19 e os Estados Unidos, com 17. Estão lá, por exemplo, as embarcações do presidente russo Vladimir Putin, do fundador da Microsoft Paul Allen ou do realizador norte-americano Steven Spielberg.
Muitos deles estão disponíveis para aluguer, como o "Eclipse de Abramovich. Basta pagar entre quatro e cinco milhões de euros por semana.
Fonte: DN

Porto de Lisboa de novo nomeado para melhor porto de cruzeiros da Europa


O Porto de Lisboa volta a ser nomeado para os World Travel Awards deste ano, depois de ser eleito o Melhor Porto de Cruzeiros da Europa em 2014.
Por outro lado Lisboa, que em 2014 venceu pela segunda vez o prémio de Melhor Destino de Cruzeiros da Europa, volta também a receber a nomeação nessa categoria, e também para "Melhor Destino Europeu para City Breaks" e "Melhor Destino Europeu 2015".
"A APL – Administração do Porto de Lisboa, S.A., congratula-se com esta nomeação, que reflete o reconhecimento da qualidade do produto turístico oferecido, bem como da profícua relação de colaboração e de complementaridade entre a cidade e o seu porto", refere a nota de imprensa.

Segundo Andreia Ventura, administradora do Porto de Lisboa, esta nomeação é "fruto do trabalho sustentado que temos vindo a desenvolver ao longo dos últimos anos, com base numa relação próxima e colaborativa com os agentes do sector, que tem dado origem a um maior reconhecimento não só do porto, mas também da cidade de Lisboa no contexto internacional."
Deste modo estas nomeações têm contribuído para o reconhecimento da cidade e do Porto de Lisboa na Europa e no mundo, dando-lhe uma maior visibilidade e credibilidade junto do grande público.

Por sua vez, o novo Terminal de Cruzeiros de Lisboa irá também contribuir de forma decisiva para a melhoria do serviço prestado, colocando Lisboa e o seu porto não só entre os melhores destinos e portos europeus mas também a nível mundial, adianta a nota de imprensa.

Os World Travel Awards distinguem os melhores exemplos de boas práticas no sector do turismo, e é neste sentido que a APL tem trabalhado, agora em conjunto com a concessionária LCT – Lisbon Cruise Terminals, na prossecução de um objectivo comum: potenciar o porto e a cidade de Lisboa como um destino de cruzeiros de excelência.
Fonte:Hardmusica

Na Pesca, tudo pode ser surpreendente ! [ Com Vídeo ].

Reino Unido vai criar maior área de Protecção Marinha


O Reino Unido anunciou que vai criar uma zona de protecção marinha no Oceano Pacífico, com um tamanho equivalente à soma das áreas de França e da Alemanha, o que a torna a maior do género. A reserva vai ser criada em torno do arquipélago das Ilhas Pitcairn, um território ultramarino britânico que é habitado pelos descendentes dos marinheiros que fizeram o famoso motim no navio Bounty, em 1789. "O governo tenciona avançar com a designação de uma APM (Área de Protecção Marinha) em torno de Pitcairn", está escrito no projecto de orçamento para 2015 apresentado pelo ministro das Finanças, George Osborne, no parlamento. 

Fonte: CM

Estrelas da cozinha mundial unidos na defesa dos Mares



Os vinte maiores chefs de cozinha do mundo participarão, a partir de 8 de Junho, numa campanha para "salvar os oceanos e alimentar o mundo", servindo nos seus restaurantes peixes pequenos como anchovas ou sardinhas.
Cozinheiros de alto gabarito, como o espanhol Ferrán Adrià, o peruano Gastón Acurio ou o italiano Massimo Bottura, encontraram-se na cidade espanhola de San Sebastián (País Basco, norte) para apresentar a campanha "Save the Oceans and Feed the World" da organização Oceana. Com a campanha, a fundação de apelo ecológico procura salvar os mares e, ao mesmo tempo, fomentar o consumo sustentável de peixes, sem explorar espécies em risco de extinção e preferindo, por exemplo, a sardinha, o arenque, a anchova, a cavala ou o carapau - que muitas vezes são pescados não para consumo, mas para elaboração de farinhas e óleos de peixe. A Oceana considera que com gestão adequada seria possível aumentar a população dos oceanos e, ao mesmo tempo, contribuir para uma melhor alimentação mundial. "Poderíamos alimentar dezenas de milhões de pessoas simplesmente comendo directamente as anchovas e outros peixes de forragem, em vez de destiná-los a engordar o salmão de cativeiro", afirmou o Director executivo da Oceana, Andy Sharpless, no centro culinário de San Sebastián. Segundo a FAO, as "pescas de redução", que destinam suas capturas a elaborar subprodutos de peixe, representam 37% de todas as pescas mundiais de peixe. No dia 8 de Junho, coincidindo com o Dia Mundial dos Oceanos, os chefs, muitos deles donos de estrelas Michelin, passarão a oferecer nos seus cardápios, pratos elaborados com estes peixes, com o objectivo de aumentar o seu consumo. "Se estes chefs usam anchovas, vão ter uma influência sobre o público e vão conseguir uma mudança de hábitos. Serão fonte de inspiração e todo mundo vai querer copiar", prevê Sharpless. "Estamos deixando de usar uma comida maravilhosa", afirmou o chef peruano Gastón Acurio, do restaurante "Astrid y Gastón", que há muito tempo começou a usar a anchova nos seus pratos. Segundo o espanhol Pedro Subijana, dono de três estrelas Michelin, há espécies que as pessoas não cozinham porque não sabem como fazer: "nós temos a missão de ensinarmos".

Surfista sem braço após ataque de tubarão nem grávida deixa o mar

A campeã de surf Bethany Hamilton, que ficou sem um braço aos 13 anos após um ataque de um tubarão, voltou a mostrar que nada a afasta das ondas. Mesmo grávida de seis meses foi apanhada a surfar. Veja as imagens.

Nada é capaz de parar Bethany Hamilton. A campeã de surf norte-americana ficou sem um braço aos 13 anos depois de ter sido atacada por um tubarão-tigre e nem isso a demoveu, tendo dado, ao longo dos anos, diversas provas de que não vai deixar o mar.


Agora, voltou a dar que falar ao ser "apanhada" em cima da prancha, grávida de seis meses. Nem a barriga a tira da água e a faz deixar de ter vontade de enfrentar as ondas gigantes do Havai, onde foi fotografada esta semana.
Aliás, foi exactamente numa praia dessa ilha que ficou sem o braço esquerdo, quando era criança. Na altura, já era surfista profissional e a história do trágico evento correu o mundo, inspirando, inclusive, um filme (chamado "Soul Surfer").


Apesar do enorme susto e da adaptação inicial, Bethany não ficou com medo das águas que lhe valeram uma amputação e continuou a voltar ao lugar onde tudo aconteceu. Hoje em dia, e apesar de ter menos um braço que as adversárias, já subiu ao pódio de diversos campeonatos de surf.

Fonte: JN


 

Maersk prevê mais consolidação no transporte marítimo


A Maersk Line prevê um cenário de fusões e aquisições entre as companhias de transporte marítimo de contentores.
Robbert van Trooijen, presidente da companhia para a região da América Latina e Caraíbas, afirmou, em declarações à “Efe”, que a empresa dinamarquesa “está bem”, mas que “o futuro será de consolidação no sector”, por tratar-se de uma “indústria muito dispersa, com muitos concorrentes”.
Van Trooijen disse ainda não esperar que, após sete anos de fortes perdas, o sector recupere na próxima década. Desde 2008, as perdas do transporte marítimo de contentores superaram os 20 mil milhões de euros, segundo o dirigente da Maersk Line.
O executivo holandês prevê que o transporte de contentores cresça 4% a 5% em 2015, quando antes de 2009 crescia a uma taxa de 10%. “O multiplicador era de 2,5 sobre o crescimento do PIB, agora é de um”, referiu.
A quota de mercado da Maersk Line na região da América Latina e Caraíbas é semelhante à que tem no mercado mundial: 14% a 15%. Segundo Robbert van Trooijen, 10% dos volumes de carga transportados pela Maersk Line em 2014 foram da responsabilidade da “sua” região.
A Maersk Line teve em 2014, a nível global, lucros de 2 341 milhões de dólares (2 229 milhões de euros), mais 821 milhões de dólares (782 milhões de euros) do que no ano anterior.
Fonte: T e N

CMA CGM negoceia três navios de 20 0000 TEU




A CMA CGM estará em vias de fechar um contrato para a compra de três porta-contentores de 20 000 TEU de capacidade, num negócio de 420 milhões de dólares, avança o “WSJ”.
O jornal económico norte-americano refere fontes não identificadas conhecedoras do negócio para avançar que os estaleiros sul-coreanos da Hanjin Heavy Industries terão ganho o contrato, mercê de um desconto de 5% sobre o preço proposto pelos rivais.
Os novos navios deverão ser entregues a partir de 2017. E serão colocados pelo operador francês nas ligações entre a Ásia e o Norte da Europa, onde cresce o gigantismo dos navios dos mais variados armadores.
A confirmar-se, esta já não será a primeira encomenda de navios de 20 000 TEU. Ainda no princípio do mês, a MOL contratou seis unidades de 20 150 TEU. E haverá mais negócios semelhantes na calha.
A CMA CGM integra, com a CSCL e a UASC, a aliança Ocean Three, que detém uma quota de mercado de 20% no Ásia-Europa. A rival 2M, participada pela Maersk Line e MSC, controla 35%.
A CMA CGM tem encomendados 33 navios, com uma capacidade agregada de perto de 319 mil TEU (dados da Alphaliner). Só no ano corrente, a companhia gaulesa projecta receber seis navios de 18 000 TEU.
Fonte: T e N

Portos nacionais recuaram 2,5% em Janeiro


Em Janeiro, os principais portos do Continente movimentaram 6,7 milhões de toneladas. Foi o segundo melhor Janeiro de sempre, 2,5% abaixo do mês homólogo de 2014. Setúbal continuou a ser o porto que mais cresce. Sines concentrou 52% das mercadorias.
Do total de 6,7 milhões de toneladas processadas em Janeiro, 2,7 milhões de toneladas respeitaram a carga geral (um crescimento homólogo de 4,4%) e 2,6 milhões de toneladas foram de granéis líquidos (um recuo de 6,9%), enquanto os granéis sólidos atingiram os 1,4 milhões de toneladas (menos 6,5%).
A supremacia da carga geral ficou a dever-se essencialmente ao aumento de 3,4% na carga contentorizada (para os 2,1 milhões de toneladas), mesmo se a carga fraccionada subiu 3,9% (até às 508 mil toneladas) e a carga ro-ro disparou 87,9% (para as 53,9 mil toneladas).
Apesar da quebra, ligeira, geral, nem todos os portos perderam cargas em Janeiro. Setúbal continuou a ser o porto que mais cresce, com um salto de 15,6% para as 652,4 mil toneladas, seguido da Figueira da Foz (mais 8,9% para as 175,5 mil toneladas) e de Sines (mais 2,7% até aos 3,5 milhões de toneladas).
Ao invés, Lisboa caiu 23,5% (para as 740 mil toneladas), Viana do Castelo recuou 13,6% (para 29,6 mil toneladas), Leixões perdeu 8% (para 1,3 milhões de toneladas) e Aveiro cedeu 6,9% (para 333,2 mil toneladas).
E, assim, Sines aumentou a sua importância relativa no contexto portuário nacional, processando 52% do total de mercadorias movimentadas nos principais portos do Continente. Leixões, o segundo maior porto, vale 19,1%, Lisboa fica-se pelos 11,1% e Setúbal já representa 9,8%.
Fonte: T e N